
Quando se fala da psicografia feita de modo dirigido, na qual a pessoa fornece o nome do falecido para que se avalie e acentue possibilidade de que ele venha a transmitir uma mensagem aos seus familiares devemos nos lembrar de que a espontaneidade no trabalho mediúnico é dos mais belos fatores no intercâmbio entre as duas esferas da vida
Dar-se o nome e os pormenores de um ente querido é o mesmo que evocar. Ao evocar sabemos que o espírito poderá responder ao apelo; mas também sabemos que qualquer espírito poderá se fazer passar por ele em dado instante e transmitir mensagem com qualquer teor, sem qualquer compromisso com a verdade.
Desta forma, podemos dizer que ainda somos dos que preferem a espontaneidade mediúnica e gostamos de lembrar de que poucos são os seres humanos em reais condições para eventuais evocações de seres humanos desprovidos da matéria densa.. Kardec era um deles. Chico Xavier era outro.
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