
Reconhece-se o processo de obsessão, no médium, pelas seguintes características:
Persistência de um Espírito em se comunicar, bom ou mau grado, pela escrita, pela audição, pela tiptologia, etc., opondo-se a que outros Espíritos o façam;
Ilusão que, não obstante a inteligência do médium, o impede de reconhecer a falsidade e o ridículo das comunicações que recebe;
Crença na infalibilidade e na identidade absoluta dos Espíritos que se comunicam e que, sob nomes respeitáveis e venerados, dizem coisas falsas ou absurdas;
Confiança do médium nos elogios que lhe dispensam os Espíritos que por ele se comunicam;
Disposição para se afastar das pessoas que podem emitir opiniões aproveitáveis;
Tomar a mal a crítica das comunicações que recebe;
Necessidade incessante e inoportuna de escrever;
Constrangimento físico qualquer, dominando-lhe a vontade e forçando-o a agir ou falar a seu mau grado;
Rumores e desordens persistentes ao redor do médium, sendo ele de tudo a causa, ou o objeto.
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