Mensagem

"Não permita que aquilo que você chama de amor se transforme em obsessão.
Amor é liberdade.
Amor é vida.
Jamais prisão ou limitação."

Militão Pacheco

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Inversões de valores







Sentir raiva por alguém que lhe imponha uma restrição é debater-se diante de uma dificuldade, sem a prática da razão e do bom senso.

Isso por conta de que, quando se tem uma restrição nessas situações o bom mesmo é parar um momento, refletir e observar em volta o que está acontecendo, isto é, qual a razão real para que ela esteja sendo imposta.

Embora muitas vezes possa parecer uma injustiça, na maior parte das vezes a restrição é um indicativo de que algo está sendo feito de modo equivocado por quem a sofre.

Sim, nem sempre esta afirmação é verdadeira!

Há vezes em que a causa para ela está perdida no passado remoto, em outras vidas, em outras experiências reencarnatórias, mas particularmente, devemos prestar muito a atenção para o momento atual.

Não é correto simplesmente se imaginar vítima das pessoas. É preciso avaliar mesmo qual a própria postura diante de tudo, inclusive de quem venha a impor tal restrição, seja quem for essa pessoa.

Somente depois de analisar completamente as situações, de forma isenta, sem paixões, inclusive com auxílio de um amigo se for o caso, é que se poderá constatar a própria isenção diante do fato.

Mesmo assim, o Espírita prático deve considerar a causa em outras oportunidades e não se julgar injustiçado, de modo algum.

Nada que nos pareça fortuito está sendo simplesmente jogado diante dos olhos sem que se tenha algum tipo de vínculo com a Vida, pois se assim fosse, deveríamos considerar que Deus cometeria injustiças, o que não é absolutamente verdadeiro.

Claro que há injunções ligadas ao livre-arbítrio de cada um, não há dúvida. Mas este mesmo livre-arbítrio guarda em si fatores desconhecidos no momento presente, que poderiam ser modificados, é verdade, mas as imperfeições humanas tão presentes ainda, fazem com que as provas sejam cumpridas assim: um erro para corrigir outro, mas não um erro para justificar outro!



Alva Luzia

Um comentário:

Luis disse...

A nossa idéia de injustiça é sempre fruto da nossa ignorância.
Assumindo a perfeição de Deus, é incompatível assumir injustiça.