
“Pai perdoa...eles não sabem o que fazem”.
Se o assassino soubesse as conseqüências do seu ato na posteridade, pelo que sofrerá, pelo que passará, pelo que expiará em função do seu ato, não utilizaria as mãos e os braços para cometer o crime.
Se o caluniador soubesse as injunções que as suas palavras lhe farão sofrer no futuro, não ergueria a pena ou selaria seus lábios, não proferindo as palavras que vão lhe levar ao suplicio no futuro.
Se o egoísta tivesse noção das conseqüências da sua postura, do que irá sofrer no futuro em função das suas escolhas no presente, abriria mão dos seus anseios e caprichos em prol de todos aqueles que o cercam.
Se o preguiçoso tivesse a mínima noção da carga que deverá carregar nos ombros no futuro mais próximo em decorrência da sua indolência no presente, ergueria-se da cadeira para o trabalho voluntário e espontâneo de maneira pronta e repleto de boa vontade.
Exatamente por isso, quando o Cristo estava na cruz Ele alertou:
“Pai perdoa porque eles não sabem o que fazem”.
É muito mais amplo do que a injunção da cruz.
O Cristo conhecedor da natureza humana, desde sempre, nos alerta para a necessidade de mudar de atitude diante de tudo e de todos para que o nosso futuro possa ser mais leve, mais suave, mais produtivo e menos sofrido.
Criemos nós a consciência de gerar um futuro melhor através das atitudes presentes.
Que Deus nos abençoe.
Psicofonia recebida no Nept em 17/04/2013
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