
Uma das passagens mais belas do Evangelho está na primeira epístola de Paulo aos corinthios, do capítulo XIII, vs 1, quando ele diz assim: “Ainda que eu falasse a língua dos homens e dos anjos, sem caridade eu seria como o metal que o soa, o sino que tine”.
Não há expressão melhor das cartas de Paulo do que esta expressão para alertar-nos sobre a caridade. Porque, vejamos de forma pratica e porque não até imitando um pouco o apóstolo dos gentios: Se eu adquirir a fé e ainda assim, com a fé, não tiver compreensão para com os semelhantes, qual será o sentido da fé?
Se eu me despojar de tudo que eu tenho, doar aos pobres, aos necessitados e não tiver compreensão para com o próximo, de que adiantaria eu me desprender de tudo, se não tenho tolerância e compreensão. E se eu falar a língua dos espíritos e me comunicar com o mundo espiritual, estando encarnado, tendo a maior facilidade para as comunicações e não tiver compreensão, qual será o valor desta minha mediunidade?
A caridade, meus irmãos, só é completa, independente da mediunidade, da fé ou do desprendimento, se estiver envolvida com a compreensão.
Aliás, caridade, na acepção plena da palavra envolve compreensão, compaixão, indulgência; recursos humanos que elevam à altura, mas a caridade verdadeira é aquela que os envolve.
Que Jesus nos abençoe!
Psicofonia recebida no NEPT em 27;03;2013
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